| História do póker online |
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As origens do poker online são pouco claras, enquanto uns dizem que foi na Europa, outros dizem que foi na França, outros asseguram que foi invenção britânica , que logo se extendeu ao continente e , posteriormente, se transladou aos Estados Unidos. Seja como for, o certo é que em tempos antigos já jogavam variantes mais ou menos parecidas ao póker atual, tanto em cassinos ou em cantos de jogos, como entre pessoas de todos os tipos, inclusive círculos familiares e em lugares de elite, como nos clubes privados dos cavaleiros de alto escalão. Grandes fortunas se ganhavam ou perdiam diante do tapete verde, com os cinco naipes do póker em cada mão. E muitos eram os que, tinham uma partida particularmente desafortunada, e colocavam fim à sua vida. Inclusive, sabe-se que alguns jogadores que apostam todas as suas propriedades, e inclusive sua esposa ou amante, em uma desesperada tentativa de recuperar a perda. A história do póker está cheia de anedotas, algumas divertidas e as mais dramáticas , inclusive trágicas. Na Inglaterra dos Hannover, sem ir mais longe, durante o séculos XVIII, era frequente que cavaleiros ricos confiados acudissem a lugares ilegais, onde de reunia cavaleiros empolgados e com luxuosos casacos. Alguns folhetins da epóca, refletem este ambiente, onde muitas vezes, tanto na realidade quanto na literatura popular, as vítimas acabam sendo assassinadas quando descobriam o tramposo e já queriam organizar verdadeiros escândalos. Mas isso não pode-se culpar o Póker ou a qualquer outro jogo praticado, porque realmente quem era o mal da história eram os que praticavam com fins lucrativos e mediante engano e trampa. Em outras épocas do jogo, como mencionamos anteriormente, como todo "bonzinho" ou "vilão" que pode-se ter, foi do Oeste americano e sua colonização. Em um mundo em formação como era o Oeste dos EUA no século XIX, era normal que chegassem aventureiros de todas as lais, dispostos a enriquecer facilmente. As grandes rotas de ganhos eram lugares idôneos para estas pessoas de "má fé". Quem não recorria ao roubo direto, assaltando diligência, viajantes, com revólver na mão, tinham outro método menos arriscados em suas mãos: o jogo. Se houvessem cassinos ou saloons, como eram chamados, melhor ainda. Se não, eles montavam sua turma onde fora. O objetivo e seus resultados eram os mesmos: roubar, quase sempre vaqueiros que acabam de receber seus ganhos e estavam ansiosos por gastar tudo em bebidas, mulheres e jogos. Ainda assim, haviam roletas e rodas de fortuna nos cassinos, o póker era o jogo preferido de quase todos. Do póker acostumavam a dizer aos vaqueiros que era o único jogo adequado para os homens. Não impotava se seus salários eram perdidos neste jogo, mas o que realmente importava, e muito, era que não sofressem as habilidades de um tramposo e este pudera ser descoberto. A coisa terminava, inevitavelmente, com morte. Muitas partidas tiveral seu final assim. Há famosos neste período e lugares da história americana, que tiveram relação com o jogo. AM', Frank Reno, que foi um prodigiosos jogador de póker; Doc Holliday, dentista e pistoleiro, mas sobre todo jogador, amigo e companheiro dos irmãos Earp em Tombstone, quando o famoso tiroteio no O. K Corral; e claro, o legendário Wild Bill Hickok, pistoleiro e agente da lei, depois, aficcionado pelo póker, que precisamente javia de encontrar a morte em Deadwood, em agosto de 1876, assassinado por uma espada quando jogava póker na tenda de um saloon, propriedade de Carl Mann. O famosos Hickok foi morto por Jack McCall, um indivíduo repulsivo e covarde, que foi incapaz de enfrentar cara a cara com o grande Wild Bill. Mesmo assim, saiu absolto em primeiro juizo, em um segundo processo foi condenado a forca por um assassinato. Bill havía sido morto com uma jogada sem grande valor nas mãos, mas a lenda diz que ao morrer tinha "a mão da morte", talvez por fantasiar um pouco sobre aquele sórdido sucesso que marcou o final de uma lenda feita de atos violentos e morte. O próprio Hickok admitiu em uma entrevista que havia matado mais de cem homens em toda sua vida, mesmo que sabia-se que era exagerado. Mas nunca matou ningupem em uma partida de póker. Nos EUA, antes e depois da colonização do Oeste, foi quando os cassinos flutuantes fizeram seu gosto, nas longas viagens dos rios Mississippi e Misouri. A única roleta, o faro, e o póker, eram os jogos mais habituais a bordo. O que atraiam os viajantes era o mesmo: ganhar dinheiro. Só que quando os primeiros dificilmente conseguiam, os segundos eram mestres nessa ciência. As vezes não admitiam principiantes a borod, apenas jogadores profissionais. A diferença estava em alguns que faziam trampas e outros que nã. O resultado para os viajantes era o mesmo: perder seu dinheiro. Os profissionais, sem necessidade de trampa, era capaz de ganhar os mais hábeis de seus adversários. Haviam nascido com o baralho na mão, e sua habilidade com ele era tão grande como sua astúcia para ler nos rostos de seus adversários. O jogo não tinha segredos para eles, e isso fazia-os superiores no jogo. Claro que forjaram muitas fantasias, tando no Oeste quando nos barcos do rio e suas partidas de poker, mas surpreendia a muitos conhecer o conhecimentos que eles tinham com o jogo, virando até tema da imaginação de atores e cineastas. Quando os trilhos dos trens foram uma realidade para aquelas terras, os vagões de trem tambÉm se converteram em improvisadas salas de jogos, encontrando-se jogadores profissionais, tramposos ou não, nas viagens maos longas, sempre havia os amantes do jogo. Não era de se estranhar que muitos viajavam somente para isso, para se divertir nas intermináveis horas a bordo de um trem lento, onde o povo fazia daquela viagem longa um grande prazer. Os turbulentos anos 20 também iam ser um empório para o jogo, mas em outras regiões dos EUA, muito mais e leste: Nueva York, Chicago, Atlantic City... Eram tempos da famosa “enmienda a la Constitución”, a Ley Seca, com que o governo pretendia justamente o contrário do que se conseguiu: fazer com que os americanos deixassem de beber. Todos sabem que basta proibir algo, para que muitas pessoas que nem tinham pensado nisso, começarem a fazer o proibido. Teve-se muitos alcoolatras no país e formaram-se muitas gangues. As mafias italianas e irlandesas tornaram-se donas do país, para produzir ou importar licores ilegais. O whisky, ou o run eram fabricados clandestinamente ou passavam-os através da fronteira canadense, o que os deixou com uma péssima qualidade do produto, com preço maior e clandestinidade que permitiu a seus contrabandistas criar um enorme negócio, não só com o álcool, mas também com o jogo e prostituição. Os bordéis eram lugares onde se bebia o quanto desejasse, e se jogada de tudo um pouco, da roleta ao póker. Personagens como Al Capone em Chicago ou Lucky Luciano em Nueva York, se transformaram em autênticos ícones do crime. Os competidores se enfrentavam muito e começou uma guerra. Os assassinatos e as matanças eram normais no dia, em um ambiente despreocupado, no qual pessoas ricas frequentavam os piores recintos, em busca de álcool e grandes emoçoes, enquanto a pobreza ficava mais evidente nas ruas das grandes cidades. Neste clima de violência, italiamos e irlandeses lutavam pela hegemonia no mundo do crime, que era um grande negócio na época. A vida parecia girar em torno do álcool e do jogo. Grandes recintos luxuosos acolhiam o melhor da sociedade, em mesas de jogos. O póker era o grande protagonista, o jogo favorito, tanto dos cidadãos quanto dos próprios gangsters. O cinema nos deixou inúmeros pistoleiros sentados em uma mesa de jogo, passando grandes notas de dinheiros de mão em mão. A realidade talvez não estava tão longe da ficção. Mas mesmo explodindo entre os gangsters, o jogo ia ser um monopólio mais do Sindicato do Crime, cujos se mantinham imunes graças aos subornos políticos e policiais. Nos EUA, existuam Estados que permitiam o jogo, outros que os proibiam uns e permitiam outros. Mas isso não era de importância do Sindicato. Em todas as partes, autorizado ou não, ocorrreu o monopólio sujo, através das suas armas preferidas: a violência e o crime. Se calcula que o jogo indiscutivelmente protagonista era o póker-, facilitava o Sindicatro benefícios de 20 a 25 milhões de dolares anuais naqueles tempos. Ainda que as apostas de cavalos também eram rentáveis, o negócio do jogo de cassino era o mais simples e de melhor exportação. Incluisive na Nevada, onde o jogo era legal, os gangsters tentavam fazer o monopólio. Qualquer competidor que aparecesse, era imedianatamente obrigado a abandona. E se não abandonava, logo depois aparecia morto.. É lamentável que tantas coisas relacionadas com o póker resultam tão negativas, mas não podemos culpar o jogo, ou o que possa rodear a ambição, mas sim a falta de escrúpulos de quem se relaciona com ele. Ao jogo em si da condição humana ou dos interesses criados em torno dele, não podemos acusar de ser o responsável de nada. Se a finalidade do póker era divertir-se, tentar ganhar algo, coisa certamente humana, sem apelar nunca para truques e má atitude, não tem porque ser considerado, o jogo, como prejudicial. Como todas as coisas, o mal da história está na manera que o usamos o jogo. Qual o problema de beber um pouco ou visitar um cassino? O ruim está em embreagar-se ou jogar sem limites. Os medicamentos também, em doses excessivas, podem até matar. O que acontece é que, seja em tempos antigos ou dias atuais, o póker oferece o mesmo atrativo. Mas em torno dele, em vez de um grupo de jogadores bem intencionados, dispostos a passar um tempo se divertindo com emoçoes, podem surgir sempre os especuladores, os que querem ganhar vantagem em tudo, sem escrúpulos. Isto sempre é o pior. No póker, e em tudo na vida. Mas não foi somente em abientes citados que o póker ficou popular. No próprio Oeste, os mineiros consumiam boas horas em volta de uma mesa de jogo ou mes aimprovida, dentro de suas tendas de lonas, jogando pepitas de ouro, ouro em pó ou bilhetes e moedas, isso quando não iam ao centro da cidade mais perto, em busca de cassino para jogar os benefícios de uma longa temporada de trabalho duro em busca do precioso mineral. Podemos dizer que todas as profissões mais duras e cansativas, tinham o jogo como válvula de escape, para esquecer um pouco dos momentos difíceis. E que os jogos, sem dúvida o póker, era o verdadeiro rei. Pela mesma razão, os marinheiros também faziam do póker a sua distração a bordo, quando estavam livres de serviços e podiam reunir-se em seus camarotes ou na bodega do barco. Nos tempos dos piratas, também se jogavam muitas vezes, obtendo um grande sangramento a bordo, em uma mesa de jogo onde não era difícil que um perdedor pudesse ver suas trampas, e a partida terminava com utiroteio que matava o tramposo ou seu acusador. Atualmente, os marinheiros que também passam longas temporadas em alto mar, bem como os pescadores que prestam serviço para a Marinnha de seu país, têm o póker como uma de suas principais diversões, já que a bordo o álcool é proibido, por razões de segurança. Nestas cirustâncias, rodeados de mar por todas as partes, as vezes até meses e meses, o que resta à eles, senão um pouco de diversão à mão? Os latinos também optam pelo póker ou jogos com baralho espanhol, como os britânciso, norteamericamos, canadenses, australianos ou frances, decidem inevitavelmete por jogar póker nas horas em que não têm nada para fazer. Outros profissionais, como os que trabalham nas plataformas petrolíferas marítimas, os pastores e muitas outras pessoas que se encontram em um reduzdo grupo solitário, durante longos períodos de tempo, saem a jogar o mesmo para despistar a tristeza. Podemos dizer que, globalmente, no mundo todo se joga, e muito, o mais popular dos jogos de naipes. Evidentemente, algo fascinador tem o póker quando se adapta de modo tão perfeito a qualquer mentalidade ou ambiente, e quando conservador, e se conservará durante séculos, com escassas variantes de forme da jogar. |




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